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RANK BRASIL - Praticantes de Rapel batem record com Arco Olímpico em Viaduto.
Por Jacqueline Dutra de Carvalho em 14/07/17 - 15h13

 

Homenagear as Olimpíadas do Rio 2016 por ser a primeira realizada no Brasil e ao mesmo tempo realizar um trabalho bonito, seguro e marcante, causando emoção tanto nos participantes como no público presente. Com este objetivo principal, Alan Ferreira Mahseregian idealizou o Maior arco olímpico com pessoas suspensas do país, recorde oficializado pelo RankBrasil em 2017.

 

Para homenagear as Olimpíadas do Rio 2016, praticantes de rapel fazem o Maior arco olímpico com pessoas suspensas do país e batem recorde / Foto: Arquivo Alan Ferreira Mahseregian.

 

O desafio aconteceu em 31 de julho de 2016, no Viaduto do Metro Sumaré, na cidade de São Paulo (SP), resultando em um desenho com 33 m de largura por 18 m de altura. Cada anel foi formado por 24 integrantes da equipe, totalizando 120 pessoas, todas praticantes de rapel de diversos municípios do estado. A organização do evento contou com o colaborador Alexandre Pinoti, o engenheiro Alexandre Santos da Silva e o projetista Fábio Luis Machado.

 

Alan, que é empresário na capital paulista e tem mais de 20 anos de experiência em esportes radicais, pensou em criar um desenho com pessoas suspensas usando a técnica de rapel. “A ideia surgiu no período que todos comentavam sobre as Olimpíadas do Rio, então coloquei o projeto em prática unindo minha vontade com esse momento perfeito”, conta. 

Cada anel foi formado por 24 integrantes da equipe, totalizando 120 pessoas. Desafio aconteceu no Viaduto do Metro Sumaré, na cidade de São Paulo / Foto: Arquivo Alan Ferreira Mahseregian.

 

Segundo ele, o Viaduto do Metro Sumaré foi escolhido por possuir 28 metros de altura e 100 metros de um vão livre. “Além disso, já existiam pontos para ancoragem, facilitando as amarrações das cordas nos espaços necessários e as medidas corretas para realizar o desenho do arco”.

 

O idealizador comenta que a maior dificuldade do desafio ocorreu no momento de se posicionar no ponto determinado da corda. Alan explica que as 120 cordas foram marcadas com fita isolante, uma a uma, demorando nove horas para concluir este trabalho.

 

Após todos posicionados, cada participante abriu um tecido de um metro quadrado com as cores verde, amarelo, vermelho, preto e azul, destacando a formação do arco olímpico. “Eu desci com a tocha simbólica no meio do arco, fazendo um efeito de fumaça a partir de gelo seco, e a bandeira do Brasil foi estendida por trás do desenho”, lembra.

 

Neste instante, os participantes cantaram o Hino Nacional e a música ‘Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor’, do compositor falecido Nelson Biasoli, também recordista do RankBrasil. Conforme Alan, quando o hino foi cantado houve choro de emoção, tanto do lado dos praticantes de rapel como entre o público presente. “Sentimos uma alegria inexplicável”, revela.

 

Para o idealizador, que já é recordista pelo Maior pêndulo humano, a conquista de mais um título junto ao RankBrasil é a realização de outro sonho, que ele conseguiu executar com perfeição. “Este reconhecimento é muito emocionante para todos os organizadores e participantes do evento”.


Planejamento, projeto e segurança


Alan tem conhecimento em técnicas de resgates, rapel, rope jump, tirolesa, cabo aéreo, e possui certificado do NR 35 (segurança em trabalho em altura). Para a realização do arco olímpico, contou com a participação do engenheiro Alexandre Santos da Silva e do projetista Fábio Luis Machado, os quais projetaram o desenho, fazendo com precisão os cálculos de marcação das cordas.

 

Para a proteção dos participantes, foram usados equipamentos com certificado de segurança, além de uma resistência de dois mil quilos em cada corda utilizada. “Ainda assim, trabalhamos com a técnica de backup nas cordas: caso ocorra qualquer problema no momento da prática, é acionada uma segunda via de corda, que já está conectada na ancoragem”, explica o idealizador.

 

A tranquilidade do evento também foi garantida através da colaboração de Paulo Henrique de Barros, que faz parte da Força Tática Avançada de Emergência 1ª Cia Leste – UGC, responsável por todo sistema de segurança, resgate e primeiros socorros.

 

De acordo com Alan, a prática do rapel no Viaduto do Metrô Sumaré já existe há 30 anos, mas este desafio foi tão emocionante que ultrapassou o limite de cada um e a formação durou aproximadamente uma hora e meia. “Energia a mil: as pessoas de carro ou mesmo a pé pararam para olhar, ficaram encantadas, fotografaram. Até mesmo a polícia que estava passando ficou para dar apoio”, finaliza.

  

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Portalvilanova / Com Rank Brasil
Postado em: Esportes

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